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domingo, 25 de enero de 2009

TU ESPACIO




SOMBRA


Eu sou sombra do que fui
Embora sombra sempre fosse
Sombra que em mim se dilui
Na sombra que nunca foi doce
Sombra eu hei-de continuar
Quando sombra deixar de ser
Serei sombra tumular
Quando eu... sombra morrer
Meus dedos como pinceis
Em teu corpo como pincéis
Em teu corpo como tela
Viajam neles como corcéis
Fazendo uma pintura bela
Meus lábios sao apagador
Apagando tudo de seguida
Teu corpo fica sem cor
E a pintura é repetida.















TEMPO
O tempo é coisa nenhuma
É fumo que nao se agarra
Torna-nos simples espuma
Que se esfuma e nao se amarra






MEU QUARTO


Meu quarto é o jazigo
Onde todas as noites eu morro
Nao sinto,nao vejo,nada digo
E morro por hhoras eu me desligo

Ressuscito,acordo e corro
E grito na selva como cachorro
Rumo à morte eu sigo e nao ligo.
À noite preciso de socorro
E no meu quarto;o jazigo
Mais uma noite eu morro
(ISMAEL PAULO)






Este espaço dedico a mi hermano con tres poemas de su libro.....


el libro muestra sensibilidad tremenda,sus poemas pueden ser la expresión de cada uno de nosotros...Estos dos especialmente me pellizcaron,el alma.....Quiero también hacer referencia a su sensibilidad para la pintura la capa del libro es uno de sus dibujos......